
sexta-feira, 19 de dezembro de 2008
O Verdadeiro sentido do Natal

quinta-feira, 11 de dezembro de 2008
Carpe Diem - aproveite o dia!
Fiquei encantada com a filosofia que cercava o termo aproveitar o dia. Desde então, a preocupação de estar fazendo algo significativo, de estar aproveitando o meu dia sempre me acompanha. Ao começar a escrever e falar sobre temas relacionados ao planejamento pessoal e administração do tempo, muitas pessoas apontavam como incompatíveis estas idéias com a filosofia Carpe Diem. Comecei a perceber então, que o significado de aproveitar varia significativamente de pessoa para pessoa. Muitos que entendiam como incompatível o planejamento com a filosofia, ligavam o aproveitamento do dia com o lazer, festas e momentos de descontração.
A princípio encarei como normal esta diferença de pontos de vista. No entanto, com o passar do tempo, pude observar que aqueles que tinham os olhos voltados somente para o presente, que priorizavam apenas o momento e super valorizavam o lazer eram aqueles que não conseguiam cumprir metas, sentiam-se perdidos na vida e viviam sem perspectiva de um futuro promissor. Essa condição gerava ansiedade, insegurança e afetava consideravelmente a auto-estima e a autoconfiança. Em outros casos, a valorização não era do lazer, mas da produtividade aproveitar o dia significava fazer o máximo de coisas possíveis. Estes indivíduos também não conseguiam ter uma vida equilibrada.
Para compreender o que quero dizer com aproveitar o dia, veja a sua vida de uma perspectiva de longo prazo, olhando tanto para o futuro, quando para o passado. Há muitas coisas em nossas vidas que poderiam estar melhores no presente se tivéssemos feito algo a mais no passado, muitas vezes, não em quantidade, mas em qualidade. O comportamento imediatista, no entanto, nos rouba do presente a oportunidade de criar um futuro melhor para nós mesmos.
Ficar na cama mais do que o necessário por preguiça quando você sabe que tem coisas a fazer, comer por gula e depois reclamar que está gordo (a), ficar na frente da TV por horas pela simples inércia (falta de disposição ou idéia para fazer algo diferente), fazer o estritamente necessário no trabalho (porque você recebe muito pouco para fazer mais), empurrar a vida com a barriga, dia após dia, fazendo sempre as mesmas coisas e reclamando que nada diferente acontece com você.
Esta, infelizmente, é a condição de boa parte da humanidade vive-se por viver, como se fosse uma pesada obrigação estar por aqui. Em contrapartida, para quem vive assim, aproveitar significa sair da rotina, fugir da própria realidade e viver por alguns momentos uma ilusão qualquer. Olhando do ponto de vista do longo prazo, estes momentos acabam não fazendo muita diferença na balança da vida. Quando você for pesar o que valeu e o que não valeu a pena, o que fará diferença é o que você fez que teve uma repercussão positiva no futuro. É claro que mantemos boas lembranças de momentos também, mas são momentos significativos, situações onde celebramos vitórias, fortalecemos relacionamentos ou tivemos grandes alegrias, não lembramos das vezes em que cedemos à preguiça, à gula ou ficamos perdendo tempo fazendo algo que não trouxe nem uma boa lembrança, nem um resultado qualquer.
A melhor forma de expressar o significado do aproveitamento do dia, é através do velho ditado: você colhe o que você planta. Aproveitar então, seria plantar o melhor futuro possível e cuidar desta plantação. Quem escolhe viver uma vida inercial e aproveitar somente através do lazer, não está plantando nada para o próprio futuro. E você, o que você está plantando?
quarta-feira, 10 de dezembro de 2008
Quem acredita SEMPRE alcança!
“...Se você quiser alguém em quem confiar, confie em si mesmo...” Isso virou ate canção para os jovens desacreditados, e o que dizem. Acreditar num sonho, programar o caminho a seguir, reinventar os objetivos tudo isso são tentativas para alcançar a satisfação em poder ser alguém. Confiança em você, no seu coração, no seu espelho, no amigo...são provas de que estamos vivos procurando alcançar e acreditar naquilo que acreditamos.
A conexão entre as polaridades do que procuramos nos assinala o conflito daquilo que sentimos transcender o limite, e conhecer os nossos limite e o diferencial entre o pensar e acontecer. A busca pela interação do que queremos e do que podemos neste momento, obter com as tentativas sempre vão nos dizer algo a acrescentar sobre nossa forma de viver.
Escrever a vida, deixar as marcas, e tudo o que o ser humano necessita. Existir e a sensação que nos fornece energia para ir à frente.
Errar e levantar..... Aprender com o que se fez... Realizar–se. Gostar de si... Gostar do outro. Aceitar as pessoas com as diferenças que elas transmitem existir. Desenvolver o bom e transformar o ruim.
As pessoas conseguem achar um novo lugar dentro do velho. E como voltar para casa e sempre ter a impressão de ser a primeira vez. Nosso estado de animo determina nosso estado de alegria ou de tristeza. O equilíbrio das emoções vão delineando nosso perfil de sentir.
A leitura que se faz do que se acredita, diz muito de como anda sua percepção do mundo de você também. O auto perceber-se com toda clareza e liberdade em aceitar o que se vê. Esse caminho ira traçando sinais do que se pode melhorar, ou mudar, ou ainda, exterminar do cotidiano ou de si mesmo.
Ressentir o que se esta sentindo, muitas vezes e aceitável tudo o que se deseja, mas o não acreditar que se pode alcançar faz com que tudo isso perca o rumo original, e direcione para outro lado inverso do que se espera. O teu valor, o conceito de si, a tua ética e aquelas pessoas significativas fazem o teu sol voltar a brilhar mais uma vez.
Amar as próprias conquistas sentir-se capaz de assumir o indesejável. Estabelecer a verdadeira relação com o se espera do viver e responsabilizar-se por isso. Nossas vidas expressam o fenômeno de causa e efeito: Penso, logo existo!
Alimentar alma de coisas boas e dizer algo disso a você, ao espelho, ao amor, ao amigo... compartilhar consigo e com todos.
Quando a gente se abre para vida de verdade, as mudanças acontecem e tudo flui com naturalidade, sem sofrimento, mas com enriquecimento de atitude, de discernimento entre o certo e o duvidoso.
QUEM ACREDITA... SEMPRE ALCANÇA!
terça-feira, 9 de dezembro de 2008
São Paulo vence Goiás e entra para a história como Hexacampeão

HEXACAMPEÃO! O São Paulo soube lidar com a pressão extracampo, com a troca de árbitro na última hora e suspeitas sobre a lisura do jogo, e pôde comemorar o sexto título do Campeonato Brasileiro, após a vitória por 1 a 0 sobre o Goiás neste domingo, no Estádio Bezerrão, no Gama (DF). O time entrou para a história como o único hexa e o primeiro a ganhar o torneio três vezes seguidas.
O São Paulo FC sagrou-se hexa-campeão, ou tri-campeão seguido (o primeiro a realizar este feito no Brasil), no Campeonato Brasileiro 2008. Parabéns ao tricolor paulista que conseguiu o título ao vencer o Goiás, pelo placar de 1a 0.
Chegou um momento do campeonato onde ninguém mais acreditava que o tricolor do Morumbi fosse disputar o título nacional, nem mesmos os jogadores, nem mesmo o técnico Muricy Ramalho. Todos eles declaram, na época, que o time estava na luta por uma vaga na Libertadores da América 2009. Aliás, campeonato que o São Paulo é bem íntimo.
Mas o que os jogadores e treinador não poderia prever na época era que os times à sua frente, como Cruzeiro, Grêmio, Flamengo, Botafogo e Palmeiras começariam a perder jogos importantes, muitas vezes de forma boba e para times que estão na zona do rebaixamento. É claro que nada disso diminui a façanha sãopaulina, que partiu com tudo para cima dos adversários e ganhou os jogos necessários para assumir a liderança.
Mérito do treinador Muricy Ramalho, que fez a equipe jogar como nunca, apesar das deficiências técnicas e elenco enfraquecido pela saída de vários jogadores.
Mesmo assim orgulho-me de ser São Paulo Futebol Clube e dessa vez HEXACAMPEÃO!
segunda-feira, 8 de dezembro de 2008
Dificuldades na cobertura jornalística em Santa Catarina

Haja o que houver, jornalista que é jornalista vai até onde for preciso para deixar seu leitor, ouvinte ou telespectador bem informado.
“Logo que chegamos, fomos para um abrigo e as histórias trágicas começaram a aparecer. A primeira foi a do Juliano. Ele contou que no momento do desabamento estava segurando a mulher com uma mão e a filha com a outra. Ele não aguentou e teve que soltar a mulher, mas aconteceu um outro desabamento que levou a filha também. Ele disse um frase que me chocou muito: ‘em um minuto eu perdi as duas’. Isso é o que a gente está cobrindo todos os dias. Acordo às 6h da manhã e vou dormir à 1h, ou mais tarde”.
(Depoimentos do jornalista Eduardo Nunomura, enviado especial de O Estado de S.Paulo)
As dificuldades da apuração
Além dos riscos, os jornalistas têm que se preocupar em dar a melhor história e fazer a melhor apuração possível. O tempo da matéria é diferente. O excesso de informações desencontradas acaba causando a desinformação, que pode induzir o jornalista ao erro.
“A gente tem que filtrar notícias, apurar muito bem. Tem que ser muito rápido. Tem que saber se a fonte é fidedigna ou não em minutos. Ontem, falaram que apareceram sete corpos no pé do morro do Baú. Eu não podia dar sem conferir. Eu precisava ver os corpos”.
O que é mais importante?
“As pessoas da redação não têm noção do que está acontecendo e ficam pensando só em publicar. Nós, aqui, temos que colocar as nossas vidas em segurança em primeiro lugar.”
quarta-feira, 19 de novembro de 2008
"Na medicina do amor, nem sempre, nem nunca!"

Putz, tem coisas que aparecem na nossa frente meio por acaso e define nosso momento perfeitamente. E então ouvi isso:
"Na medicina do amor, nem sempre, nem nunca!"
Eu quero escrever sobre essa figura de linguagem em relação ao amor. "Nem nunca, nem sempre". Essa foi uma das mais simples definições que ouvi para o sentimento supremo.
Se a gente vasculhar os pares que conhece, é muito possível que descubra que a maioria deles já teve pelo menos um rompimento.
Eu não falo daqueles que vivem um 'relacionamento ioiô', num interminável vai-e-vem enfiado na lama crescente do ressentimento; esses, se atolam num constante ringue de luta livre, fazem do amor uma guerra, e acho que nem merecem muita consideração dada a incapacidade que têm de enxergar sua história com clareza e parar com o círculo vicioso em benefício próprio.
Eu falo daqueles que têm um entrave, muitas vezes gigante, no meio do caminho. É aquela traição eventual, um flerte que balança um dos parceiros, mas que a curto prazo se torna algo sem maiores conseqüências, ou uma dúvida existencial que questiona se aquilo que se está vivendo é mesmo o que se quer, pode ser um problema de família, a perda de alguém querido ou a iminência de perder, uma questão financeira, profissional, interna ou externa.
Pode ser qualquer coisa ou pode ser nada: de repente, a escuridão desce seu manto e um dos dois acha que a saída é romper. Sempre quem fica com a interrogação argumenta, mas é vencido pelos motivos reais ou inventados, não importa de quem decidiu por um ponto final na relação.
Claro que existem casos onde isso é definitivo, mas eu falo daqueles que reataram depois de passar por um intervalo emocional. Para esses, quando vem a pausa sobre a qual está depositada a esperança de eixo, é que começa o caos. A confusão generalizada se instala, um tipo de tumulto que ninguém entende: é só que sai tudo fora de controle, ao contrário do que se pensava.
Normalmente, não demora muito para que se perceba o equívoco — pelo que tenho visto, no máximo em seis meses. O que foi embora chega cabisbaixo, mansinho, sondando a receptividade de quem ficou — normalmente, magoado e triste, apesar de sobrevivente.
O entendimento se faz, o reatar é natural, e entre riso e lágrima, salta-se aquele período, esquece-se: faz-se de conta que não existiu, apenas se recomeça. De volta a confiança e com ela a serenidade, as antigas certezas, a vida de novo centrada.
Esse passado fica lá, perdido, e só deve ser lembrado quando a gente se pega questionando se aquele amor vale mesmo a pena, porque mora no ser humano uma eterna insatisfação. Mas os envolvidos passam a saber que, dali pra frente, não será qualquer vento que os derrubará.
A separação, para os que se amam verdadeiramente, fortalece. E traz a convicção de que o 'sempre' e o 'nunca' são tempos transitórios — já que nem um, nem outro, pode ser considerado eterno...
quarta-feira, 17 de setembro de 2008
O primeiro a gente nunca esquece!
O slogan é batido, mas verdadeiro.
A frase que dá título a esse artigo é uma daquelas que ouvimos todos os dias.
Assim como não esquecemos a primeira vez que andamos de bicicleta (ou caimos dela), O primeiro beijo, o primeiro coração batendo forte, a primeira paixão, o primeiro amor de adolescência,o primeiro carro, a primeira vez no avião ou no trem, a primeira viagem ao exterior ou não, o primeiro filho, o primeiro salário, o primeiro copo de bebida, o primeiro celular, o primeiro pc,a primeira noite em que dormimos fora, a primeira conta-corrente, o primeiro talão de cheques, o primeiro cartão, o primeiro dia na faculdade, a primeira formatura, o primeiro emprego,o primeiro orgasmo, o primeiro livro, a primeira escola, a primeira amiga, o primeiro fora, enfim são tantos primeiros que se contar todos escreveria um livro só de "primeiros" da vida.
A adolescência é a fase de nossas vidas que mais nos proporciona essas tão sonhadas primeira vezes, e por que não, as mais temidas também, como, conflitos, descobertas, medos, angústias... Sentimentos comuns ligados na primeira vez. Mas tudo isso também pode ser bastante engraçado. Quantas vezes passamos por situações realmente complicadas e depois de certo tempo morremos de rir com aquilo? Mas como tudo isso é inevitável, vamos deixar os medos de lado e encarar a vida de frente. E a cada descoberta façamos dela uma lição de vida.
O importante mesmo é ser feliz!
terça-feira, 16 de setembro de 2008
PERSISTÊNCIA

Persistência? Hummm, depende pra quê!
Acho que a pessoa deve persistir em busca do que é bom para si ou para o planeta (depois de decidir o que é bom para ela ou para o planeta...). É bom progredir, vencer, se realizar, terminar um projeto, mas... isso não vale para conseguir coisas aparentemente boas mas que são ilusórias. Não devemos persistir no erro, no sofrimento inútil, nos sonhos destemperados, nas quimeras. E entre as coisas a não merecerem nossa insistência está ser famoso, melhor que os outros, conseguir colocar os pés na Lua.
Ligia Fagundes Telles, em Ciranda de Pedra, nos alerta para não ficarmos tão preocupados com grandes feitos, e diz (texto adaptado por Elenita Rodrigues): "É preciso amar o inútil. Criar pombos sem pensar em comê-los, plantar roseiras sem pensar em colher rosas, escrever sem pensar em publicar, fazer coisas assim, sem esperar nada em troca. A distância mais curta entre dois pontos pode ser a linha reta, mas é nos caminhos curvos que se encontram as melhores coisas. A música ... Este céu que nem promete chuva ... Aquela estrelinha que está nascendo ali... está vendo aquela estrelinha? Há milênios não tem feito nada, não guiou os Reis Magos, nem os pastores, nem os marinheiros perdidos... Não faz nada. Apenas brilha. Ninguém repara nela porque é uma estrela inútil. Pois é preciso amar o inútil porque no inútil está a Beleza. No inútil também está Deus."
Há um pensamento que diz que nos portos os navios ficam seguros, mas não foi para isso que eles foram feitos. Creio que precisamos içar as velas e ir para o mar... mas escolhendo antes as rotas, e até alterando-as, mas sempre indo em direção a coisas boas, e modestas. Não precisamos descobrir a América ou um novo caminho para as Índias. Basta curtir a viagem.
quarta-feira, 3 de setembro de 2008
Mudança existe e acredito nela!

A eleição está aí. Pode parecer chato irradiar novamente aquela conversa do voto secreto, do voto correto, do voto consciente e justo, mas sim, é preciso repetir e é preciso pensar bem, escolher bem e, sobretudo, cobrar depois.
Já chega de ouvir dizer que brasileiro é coitadinho porque muitos ainda não sabem votar. Acho que ninguém que vota é mais criança. Sabe exatamente o que está fazendo. E chega de votar em A ou B porque ele é pobrezinho, coitadinho, está doentinho ou sei lá mais que tipo de -inho ele é ou está. Voto não é sentimentalismo. Voto é compromisso, campanha, proposta e obra.
Sou a mais adversa das pessoas a essa tal de politicalha. Que vergonha! Acho que somos nós que podemos dar respostas para nossa indignação. Eu nunca vi uma campanha tão monótona e tão cheia de escândalos (forjados e/ou não) como esta. O que parece é que todo mundo decidiu ser “discreto” para não ter o tal do nome incluído em um dosiê?!
Ok, chegou a hora de fazermos valer o nosso voto. Isto não é campanha para A ou B; é campanha por um país que nos dê uma condição de vida mais digna. Vamos lá! E, consciência acima de tudo. Ou você quer contiunuar cantando a famosa música do Legião Urbana "Perfeição". Chega né!
PERFEIÇÃO - Legião Urbana
Vamos celebrar a estupidez humana
A estupidez de todas as nações
O meu país e sua corja de assassinos
Covardes, estupradores e ladrões
Vamos celebrar a estupidez do povo
Nossa polícia e televisão
Vamos celebrar nosso governo
E nosso Estado que não é nação
Celebrar a juventude sem escolas
As crianças mortas
Celebrar nossa desunião
Vamos celebrar Eros e Thanatos
Persephone e Hades
Vamos celebrar nossa tristeza
Vamos celebrar nossa vaidade
Vamos comemorar como idiotas
A cada fevereiro e feriado
Todos os mortos nas estradas
Os mortos por falta de hospitais
Vamos celebrar nossa justiça
A ganância e a difamação
Vamos celebrar os preconceitos
O voto dos analfabetos
Comemorar a água podre
E todos os impostos
Queimadas, mentiras e sequestros
Nosso castelo de cartas marcadas
O trabalho escravo
Nosso pequeno universo
Toda a hipocrisia e toda a afetação
Todo roubo e toda a indiferença
Vamos celebrar epidemias:
É a festa da torcida campeã
Vamos celebrar a fome
Não ter a quem ouvir
Não se ter a quem amar
Vamos alimentar o que é maldade
Vamos machucar um coração
Vamos celebrar nossa bandeira
Nosso passado de absurdos gloriosos
Tudo que é gratuito e feio
Tudo o que é normal
Vamos cantar juntos o Hino Nacional
A lágrima é verdadeira
Vamos celebrar nossa saudade
E comemorar a nossa solidão
Vamos festejar a inveja
A intolerância e a incompreensão
Vamos festejar a violência
E esquecer da nossa gente
Que trabalhou honestamente a vida inteira
E agora não tem mais direito a nada
Vamos celebrar a aberração
De toda a nossa falta de bom senso
Nosso descaso por educação
Vamos celebrar o horror
De tudo isso
Com festa, velório e caixão
Está tudo morto e enterrado agora
Já que também podemos celebrar
A estupidez de quem cantou esta canção
Venha, meu coração esta com pressa
Quando a esperança está dispersa
Só a verdade me liberta
Chega de maldade e ilusão
Venha, o amor tem sempre a porta aberta
E vem chegando a primavera
Nosso futuro recomeça:
Venha que o que vem é perfeição…
O voto é um direito e votar consciente é uma obrigação!


As eleições se aproximam e é chegada a hora de decidir em um minuto, dia 5 de Outubro próximo o destino dos munícipes, até 2008, votando para prefeito e vereador de sua cidade. Sua atitude poderá levá-lo ao êxito ou ao caos, a médio prazo, ou a longo prazo, com as futuras eleições, tanto para cargos majoritários e proporcionais ou até mesmo, apoiando propostas contra os trabalhadores.
Sua posição poderá fazer a diferença nestas eleições. Pense ! Atente-se para os parecidíssimos discursos que ora são apresentados pelos inúmeros candidatos. Muitos deles, são impregnados de populismo, beirando a hipocrisia e a demagogia, armas estas, sempre bem utilizadas pelos oportunistas para enganar os eleitores menos atentos ou despolitizados.
Consciência, é votar e trabalhar politicamente para eleger candidatos e candidatas que deram provas concretas ao longo destes anos, que são fiéis aos princípios democráticos e aos clamores dos despossuídos. Há dois critérios para avaliar quais os candidatos (as) merecem nosso voto consciente: um critério geral – ideológico; e um critério específico – político.
Esses partidos que sempre serviram aos ricos e não ao povão, eles devem ser descartados, esse é um critério ideológico. Nosso voto deve ser norteado à aqueles (as) candidatos (as) que abertamente já provaram que não fogem da luta dos movimentos sociais e políticos reivindicatórios de inclusão de massa, e este é o critério político.
Assim, esperamos que com cautela você faça a melhor opção pois, em suas mãos e na sua consciência está lançado o seu futuro e de sua família. Avalie! Depois, será tarde demais
quinta-feira, 31 de julho de 2008
PRA SEMPRE CAZUZA
A vida veloz e cortante como um raio. Um relâmpago de poesia que iluminou a música brasileira pelas janelas escancaradas do rock. Vivendo cada minuto de seus 32 anos no planeta, Cazuza cantou como ninguém a dor e a delícia de sua geração. Pois aquele garoto que ia mudar o mundo, desejando todo amor que houvesse na vida, completaria 50 anos neste ano de 2008. Entre as homenagens ao compositor, morto em 1990, vítima da aids, este DVD apresenta imagens inéditas. Além disso, depoimentos emocionados que reuniu Caetano Veloso, Sandra de Sá e Ney Matogrosso, entre outros amigos e parceiros. Doido, amoroso, explosivo ou doce. Os adjetivos transbordaram sobre um consenso, espelhado na cadeira vazia que permanece intocada no acervo do compositor: Cazuza é insubstituível.
UNIVERSAL MUSIC
Título Original: Cazuza: Pra Sempre Cazuza
Ano de Lançamento: 2008
Recomendação: livre
Região do DVD: Multi-Região
Faixas
1. Exagerado
2. Medieval II
3. Por que a Gente é Assim
4. Vida Louca
5. Boas Novas
6. Ideologia - Part. Esp.: Frejat
7. Nosso Amor a Gente Inventa
8. Blues da Piedade - Part. Esp.: Frejat
9. Faz Parte do Meu Show
10. Todo Amor que Houver Nessa Vida
11. Codinome Beija-Flor - Part. Esp.: Simone
12. Preciso Dizer que Te Amo
13. Só as Mães São Felizes
14. O Tempo Não Para
15. Bete Balanço - Part. Esp.: Frejat
16. Um Trem para as... - Part. Esp.: Gilberto Gil
17. Brasil- Part. Esp.: Gal Costa
18. Clipe o Mundo é um Moinho
19. Depoimentos & Entrevistas
20. Clipe Faz Parte do Meu Show
terça-feira, 8 de julho de 2008
Cazuza, o ícone da Música Popular Brasileira

Cazuza e o retrato do artista quando jovem


segunda-feira, 19 de maio de 2008
A consciência que pulsa!
Muitas pessoas se queixam da grande angústia existencial e se sentem perdidas precisando retornar ao seu núcleo, ele é integrador. Geralmente este processo é desencadeado pelas grandes crises familiares, doenças, decepções, tragédias, etc..
É importante sabermos que nenhum ser humano escapa deste processo evolutivo natural, pois ele é de inteira responsabilidade pessoal. A consciência, a espiritualidade, a matéria e a vida, tudo está interconectado e inter-relacionado. A teoria dos sistemas chegou para nos mostrar isso ela nos mostra a importância da interatividade. Quanto mais distantes da essência estivermos, mais desconexões, distúrbios surgem e se refletem como sofrimentos, dores. Quanto maior estamos integrados com a nossa essência, mais prazer, alegria, amor, plenitude, poderemos experimentar.
O que você está fazendo agora? Pense nisso. Olhe para a sua vida. O que não está bom? Olhe para o seu corpo, para a sua energia como está ela? Comece a transformação através da energia da vontade, pois você é energia e consciência todo o tempo. A vida pulsa dentro de você. Avalie como está a sua realidade, ela está amena ou conturbada? Onde você está? Qual seu discernimento de criar esta responsabilidade para você? A sua consciência está unificada?
É sempre bom lembrar que a vida, o coração e o amor pulsam. É bom termos a consciência que estamos vivos agora com um imenso universo pulsando dentro de nós.
domingo, 18 de maio de 2008
“Até quando você vai levando... Porrada! Porrada”!
quinta-feira, 15 de maio de 2008
Os 50 imaginários anos de Cazuza

Ousadia
sexta-feira, 9 de maio de 2008
Vida pela Arte

Meio Bossa Nova e Rock'n Roll
quarta-feira, 7 de maio de 2008
O Mito de uma geração ansiosa por mudanças

Cazuza é um mito porque escolheu a intensidade à longevidade. Afinal, todos sabem que para a continuidade da vida não basta viver muito tempo, mas viver intensamente o pouco tempo para que seja lembrado por muitos, ou se esquecido, possa emergir assim que outros homens precisem de modelos transgressores.
segunda-feira, 5 de maio de 2008
O Eterno Exagerado
Um Poeta genial que sabia perfeitamente descrever paixões e dores, com seu estilo sedutor, carismático, sensitivo, polêmico, transgressor, transparente, corajoso, inigualável.